Como assistir um culto inteiro quando se tem bebê e na igreja não tem salinha!


Ainda não sei como...
... mas prometo que quando souber eu aviso!

hahaha
só pra descontrair!

Apesar das dificuldades, sigamos firmes levando nossos pequenos à igreja, mesmo levantando quantas vezes forem preciso!
(Sempre tenho que me levantar e sair umas trezentas vezes... eu vou, mas eu volto! rsrsrs)

Quem tiver dicas úteis, compartilhe!!

Abraço,
Renata Veras.

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25 comentários

  1. Kkkkkkkkkkk achei que ia ter a solução kkkkkk tava cheia de esperanças kkkkk foi boa kkkk!!! Ellen Bibiano

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    1. Esse povo de Deus tá muito mal acostumado! E se esqueceram q o papel principal diante de Deus, é deles levarem seus filhos a Jesus nos cultos nos lares! Igreja é somente um apoio!
      Tendo o hábito e a pratica do culto doméstico, a crianças se comporta dentro tbm da igreja!
      Mas, infelizmente ningiem quer pagar o preço por isso!

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  2. Nós temos quatro filhos o mais velho tem 8 anos, tenho 6 anos, de 3 anos e uma bebê de 1 ano que ainda mama. Quando não tem salinha nós conversamos com eles explicamos que será um tempo que eles estarão aprendendo a palavra de Deus e procuramos orientar o comportamento de cada um deles. O mais velho já anota sermão, o 6 anos Fica lendo a sua Bíblia e o de 3 anos fica no colo com meu esposo, a minha bebezinha fica comigo e qualquer coisa que ela estranhe como calor, alguma coisa, algum desconforto eu levo ela pra fora numa boa. Creio que é importante a gente estar atento a criança. Se a criança estiver com fome, com sono, ou doente nao consegud se comportar e também uma conversa durante a semana durante o momento que está se arrumando, sendo conduzindo à casa do Senhor explicar pra ela pra onde elas estão indo, porque estou indo e qual deve ser o comportamento delas. Já se nao obedecem a esse comportamento elas são disciplinados e são três estágios.A gente chega em casa e conversa, chama atenção, segundo, podem ficar de castigo se persistir elas são disciplinadas fisicamente. Aqui em casa tem funcionado muito bem e isso é baseado naquilo que aprendi como filha de pastor que foi criada na igreja sem salinha, sem banheiro, sem água e Graças a Deus não deixei de amar a igreja, a casa do Senhor e a adoração no culto público.

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    1. Karolina, você deveria escrever o texto!
      Parabéns!

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    2. Parabéns somos pastores trabalhamos com crianças, temos uma equipe que nos auxilia.
      É concordo com vc as pessoas querem passar a obrigação de orientar os filhos para o estado e para a igreja.
      Conduta e disciplina se aprende em casa.

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    3. Parabéns somos pastores trabalhamos com crianças, temos uma equipe que nos auxilia.
      É concordo com vc as pessoas querem passar a obrigação de orientar os filhos para o estado e para a igreja.
      Conduta e disciplina se aprende em casa.

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    4. Amém, Karolina!
      E mesmo com todo o zelo, nem sempre conseguiremos controlá-los completamente. Amamos e tememos a Deus e queremos ensinar o mesmo aos nossos filhos. Crianças como são, exigirão de nós um esforço redobrado nessa tarefa. A ideia é não desanimar e lembrar que colheremos os frutos. Com a questão da existência de bebês nos cultos e celebrações, é preciso contar com o bom senso e a perseverança dos pais e com a boa vontade e a ajuda dos demais.

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    5. Parabéns Carolina,somos iguais nessa criação, até hoje tenho vergonha de levantar no culto pra fazer algo, na minha igreja tem salinha so nos domingos, e meus filhos se comportam, também eu os disciplino. 😤

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    6. Tenho 4 filhas: 20 anos, 10, 5 e 2 anos e sou cristã há 16 anos. Quando comecei a frequentar os cultos, minha filha mais velha tinha quase 4 anos e recebi muito apoio da irmandade. Senti o acolhimento por parte deles e fui encorajada a participar, mesmo quando minha filha não se comportava de maneira exemplar. Desde então, acredito ser importante que a igreja possa proporcionar um ambiente tranquilo e motivador para as famílias com crianças, evitando olhares desaprovadores, "psiuss" desconcertantes que mais inibem do que acolhem. Quando levo algo que possa ajudar o comportamento das minhas filhas, penso também em algo a mais que porventura ajude outra família naquele momento...
      Na maioria das vezes, minhas filhas são exemplares e costumamos reforçar esse belo comportamento como presentes delas para o Pai do Céu que merece honra e respeito. Mas, nem sempre são incríveis... mesmo assim, continuo tentando e sempre aberta a não sermos perfeitos, pois perfeito só o Pai.
      Beijos! Obrigada mamães pelos exemplos que tanto nos motivam.

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  3. Acho que é uma ótima oportunidade para exercitar o fruto da longanimidade e do amor dividindo com o marido a tarefa de sentar no último banco e levantar e sentar o tempo todo enquanto a criança não tem entendimento para tal. Salas são muito boas quando ensinam a Palavra e possuem irmãos dedicados pra isso. Muitas crianças são somente cuidadas nessas salinhas e ao crescerem a utilizam como fuga pra não assistir aos cultos enquanto seus país ficam"sossegados" assistindo ao culto. Aprender a ser mãe e pai é um desafio pra quem deseja ser um cristão autêntico; é mais que ter filhos.

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  4. Acho que é uma ótima oportunidade para exercitar o fruto da longanimidade e do amor dividindo com o marido a tarefa de sentar no último banco e levantar e sentar o tempo todo enquanto a criança não tem entendimento para tal. Salas são muito boas quando ensinam a Palavra e possuem irmãos dedicados pra isso. Muitas crianças são somente cuidadas nessas salinhas e ao crescerem a utilizam como fuga pra não assistir aos cultos enquanto seus país ficam"sossegados" assistindo ao culto. Aprender a ser mãe e pai é um desafio pra quem deseja ser um cristão autêntico; é mais que ter filhos.

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  5. Eu e Leila Ferreira podemos testemunhar que "SIM! É POSSÍVEL!".

    1.) Bom comportamento em público não começa de uma hora para outra:
    Seus filhos serão disciplinados (comportados) em público se já o são em privado.

    2.) Estabeleça com clareza as "leis da terra":
    No culto, ou em qualquer outro lugar, deixe claro para a criança como ela deve se comportar. Antes de chegar ao lugar. Regras bem delimitadas são essenciais para que se cobre a obediência com justiça.

    3.) Não tenha medo da disciplina, incluindo a disciplina física:
    Em muitos casos, a criança pensa que por estar "em público" não corre o risco de levar umas boas palmadas. Claro, em público não deve mesmo. Mas, sempre tem um banheiro ou outro cômodo com privacidade para que o desafio dela seja respondido.

    4.) O uso de "recursos de ocupação":
    Não há problema em se prover à criança com papel e lápis de cor ou uma Bíblia infantil para que ela possa se ocupar durante parte do culto.
    Os mais velhos, já alfabetizados, podem receber uma folha para anotar o que a sequência do culto e algo da mensagem. (Acredite, já fazemos em nossa igreja).

    5.) Pais, acordem!
    Me refiro aos homens. Deixar toda a responsabilidade sobre a sua esposa é inadmissível. A não ser que um ou outro esteja ocupado com alguma responsabilidade no culto, ambos devem participar do cuidado com os pequenos.

    6.) Atualize-se!
    Se você acha alguns desses conceitos quase impossíveis, pense de novo. Boa parte do que você leu acima, bons autores trazem em seus livros. Considere investir em livros assinados por David Merkh, Tedd Tripp, Ginger Plowman, John MacArthur, James Dobson, entre outros.

    E bom culto com sua família toda.

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  6. Excelente!!!! O mais difícil mesmo é com os bebês novinhos, ao que me referi no texto. Também quando os maridos não compartilham da tarefa com a esposa. Impossível não é, mas muito provavelmente a mãe de bebês pequenos terá que levantar e se retirar algumas vezes durante o culto. Talvez não conseguirá assistir ao culto inteiro, mas certamente o tempo que conseguir será de grande edificação para ela e exemplo para os pequenos!

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    1. Tbem achei q se referia a bebês. Minha maior de 5 anos. Fica sozinha numa boa ja que eu e meu marido estamos no louvor. Mas minha bebê de 6 meses ja tenho mais dificuldade. Mas ja ja isso passa!!!! Ellen

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  7. Bom,acho que posso falar da minha experiência,tenho quatro filhos, 02 meninas e 02 meninos hoje estão com 17 Isabella ,16 Giovanna ,14 Luca e o Caio com 11 anos.Eu sempre os levei a igreja desde bebês,e por exemplo no culto quando não tinha salinha, (que particularmente ñ gosto muito), ficava com os quatros no banco, sentadinhos e procurava mante-los assim ate o término do culto.Nem sempre meu esposo podia estar comigo, pois viajava por conta da sua profissão.
    Mas sempre entendi que meu papel era ensiná-los qual a finalidade de estarmos ali,não era fácil,mas sempre ensinei como portar, hora da contrição explicava que era hora de orar e pedir perdão a Deus,lógico que isso tinha que ser ensinado primeiramente emcasa,as vzs claro ñ dava pra eu prestar muita atenção nos sermões,mas via que nesse período da minha vida estava ali pra ensinar,chamar a atenção e disciplina-los.As pessoas até hoje lembra de como eles ficavam comportados na igreja e até hoje que já são adolescentes vejo que aprenderam a lição.
    Nunca levei brinquedos,comida afim de distraí-los,mas sempre a biblia e com muita conversa, ensinando em casa, e claro muitas vezes ñ era fácil pois eram crianças cheia de vontades..Mas é possível sim!
    Ah nesse período que eram crianças a idade era 06 05 03 anos e um bebê...E foi um período grande que passamos vivendo essa fase durante os cultos e qualquer trabalho na igreja.

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    1. Lindo testemunho. Tenho so uma filho de 3 anos e estou gravida. COnfesso que ainda teho muita dificuldade de mantelo quieto nas horas dos cultos.A pesar de muitas conversas, repreensões e disciplina fisica, mesmo assim ainda nao foi o suficiente pra ele se comportar. Não sei mais como proceder. E estou gravida de 3 meses, e me assusto em pensar que posso ter mais dificuldade ainda na educação dos dois ao mesmo tempo em relação a se comportar em publico e principlamente nos cultos.

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  8. Muito bom Gisele,Karolina e Jorvesi,é bem assim que tem que funcionar.E a disciplina muitas vezes tem que ser física sim, umas boas palmadas,isso algumas vezes pra mim foi necessário.
    Abraços

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  9. Me chamo Vitória, tenho 19 anos e sou professora no culto infantil. Quando não temos culto infantil, o desespero é notável nos pais. Alguns até nos param e perguntam quando o culto infantil volta. Observo pais correndo pela Igreja atrás de seus filhos, outros colocam celulares e tablets nas mãos dos pequenos para amenizar o mau comportamento. Já outros, simplesmente deixam os filhos fazerem o que quiserem enquanto o culto rola, parece até que não enxergam e o pastor precisa chamar a atenção para se levantarem. O que eu concluo é que muitos pais precisam de ajuda. Acho que primeiro os pais tem que parar e pensar no motivo de irem á igreja. Sabendo o motivo real, com certeza vão querer o mesmo para os filhos e mostrarão a importância de estar naquele lugar (com ou sem as salinhas). O valor vem de cima. Uma boa conversa pode resolver muitas coisas. Outra coisa que faz MUITA diferença é impor limites e disciplinar os filhos. As crianças estão cada vez mais mimadas e mandando nos pais (parece exagero mas é real e dentro da Igreja acontece muito) e isso precisa mudar antes que cresçam. E os pais também precisam entender que as salinhas não são um local para deixar os filhos enquanto assistem o culto, não somos babás! Estamos lá para ensinar a Palavra de Deus, para jogar a semente. E os pais precisam regar durante a semana. É responsabilidade dos pais levarem os filhos a Cristo e implantar o valor de estar na Igreja e nas salinhas.
    Por isso,aí vão minhas dicas para as mães e pais que ficam perdidos no período de férias das salinhas:
    - Converse com seus filhos, incentive-os durante a semana, sente com eles e mostre a Palavra
    - Entenda mais seu filho, conheça-o melhor, talvez isso ajude na atitude que você deve tomar
    - Use a criatividade e não canse de fazer novas tentativas
    - Se for necessário, levante mil vezes durante o culto
    - Coloque limites
    - Discipline
    E por favor, lembre que a responsabilidade é sua! É seu filho (a), não espere alguém chamar sua atenção para intervir. E ore por seu filho, oração muda tudo!
    Provérbios 29:15
    Deus abençoe!

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  10. Obrigada por tantos comentários enriquecedores!
    Tenho tentado, minha filha ja melhorou, mas Sei que preciso melhorar, ser mais firme.

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  11. Amei os comentários! Aqui tive 3 em menos de 2 anos e não é fácil. Meus sogros e cunhada ajudam muito para que marido e eu conseguamos assistir a alguns cultos tranquilos. Também me sinto abençoada por estar em uma igreja que acolhe bem as crianças e sabe que agem como crianças. Se meus bebês gritam de empolgação e batem palminhas depois de um cântico, falam algo em um momento inapropriado, ou ficam irritados após um tempo forçados a ficar sentados e quietos, ao invés de receber olhares de reprovação ou julgamento, vejo pessoas com olhares solidários e prontidão em ajudar oferecendo um colo, um objeto para distraí-los ou um sorriso. É um grande desafio e leva tempo ensinar as crianças a se portar na igreja. Algumas mães tiram de letra, pessoalmente acho que quanto mais filhos se tem, mais fácil fica. Outras mães têm mais dificuldades e precisam de nossa ajuda, não de julgamento e reprovação.

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  12. Sou mãe de dois e professora de educação infantil, lido com crianças o tempo todo. Temos que considerar que criança tem personalidade, caráter, temperamento como o adulto, graças a sabedoria do Criador. Não existe receita que se aplique e funcione para todas as crianças em todas as situações. Eu, particularmente, quando a criança está na fase de balbuciar, mexer em tudo, querendo andar, etc., evito de sentar nos bancos da frente pra não chamar muito a atenção porque ninguém resiste às caras e bocas wue os pequenos fazem. Depois que ela já tem condição de se concentrar em alguma coisa, vale a pena as bíblias ilustradas, cadernos e lápis, etc. Contudo, acredito que se tiverem duas ou três mães na igreja na mesma situação, seria adequado que houvesse um revezamento, dependendo da idade das crianças, para que cada dia 1 fica com a turma e as outras assistam o culto.

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