MULHERES EM APUROS POR CAUSA DO FEMINISMO


MULHERES EM APUROS POR CAUSA DO FEMINISMO – Como muitas de nós temos sido influenciadas pelo feminismo (e nem ao menos percebemos)
*Material apresentado em forma de palestra e reduzido e adaptado para o blog.

Em Colossenses 2:8 o apóstolo Paulo nos adverte a ter “cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo”. Infelizmente as mulheres têm sido alvo e presa fácil desse tipo de influência.

SIM! TODAS NÓS TEMOS SIDOS INFLUENCIADAS PELO FEMINISMO. Talvez muitas, no primeiro momento, rejeitem essa afirmação, mas o fato é que muito do que entendemos de feminilidade claramente não vem das Escrituras. Boa parte do que entendemos sobre o que é ser mulher, sobre nosso valor, papel e lugar no mundo vem de outras fontes que não as Escrituras.

Não percebemos essas influências porque muitas de nós nunca pararam para refletir sobre suas crenças e convicções mais fundamentais: O que é ser uma mulher para você? Qual o valor e o lugar da mulher no mundo? Infelizmente, não discernimos nossas próprias crenças, nossos pensamentos mais profundos. Não paramos para pensar no que realmente cremos. E é aí onde as influências de ideias e filosofias ‘do mundo’ podem estar escondidas.
Além disso, temos pouco ou nenhum entendimento sobre os fundamentos verdadeiros e os princípios bíblicos mais básicos da nossa feminilidade e por isso nos tornamos vulneráveis (Esse é exatamente o assunto da parte seguinte – Mulheres em Apuros por falta de uma boa teologia).

A forma como vivemos, nos comportamos, falamos, sentimos mostra que nossas crenças e convicções são, em grande parte, moldadas pelos valores do mundo (predominantes da nossa sociedade.) E de onde vem nossas crenças, nossas convicções sobre o que significa ser mulher? Elas acabam vindo de uma mescla de informações e de uma educação (de uma vida toda) fortemente influenciada por filosofias alheias às Escrituras. E isso é fato mesmo para aquelas que nasceram em famílias cristãs.

E uma filosofia que sutilmente tem moldado e determinado muito das nossas crenças com relação à feminilidade é, indiscutivelmente, o feminismo.
TODAS NÓS TEMOS SIDO INFLUENCIDADAS PELO FEMINISMO e nem nos damos conta disso

E O QUE É O FEMINISMO?

O FEMINISMO é um movimento que tem assumido características específicas em suas diferentes fases. Traçando um breve panorama histórico podemos dizer que o feminismo é dividido em 3 ondas: primeira onda – século 18 e 19, segunda onda – década de 50/60, terceira onda – década de 90.

A primeira onda surgiu no final do século 18, início do século 19 e foi caracterizada pelos movimentos de mulheres em busca de direitos civis: direito de voto, trabalho, acesso à educação são alguns exemplos dos assuntos nas pautas das reivindicações. Esses movimentos foram bem-sucedidos em alguma medida. Muitos direitos foram conquistados e o movimento arrefeceu suas forças a ponto de ficar ‘adormecido’.

No século 20, especificamente nas décadas de 50 e 60, um novo movimento de mulheres surge. É o que conhecemos hoje como feminismo de segunda onda, feminismo moderno ou feminismo propriamente dito. Enquanto o feminismo de primeira onda tinha um caráter mais prático, em busca de direitos civis para as mulheres (alguns nem chegam a considerar essa primeira onda como feminismo), o feminismo de segunda onda assume um caráter mais ideológico.

O feminismo de segunda onda, ao contrário do que abertamente alega, não tem seu foco apenas em defender os direitos das mulheres. Ele se desenvolve a partir de uma base filosófica existencialista e humanista e propõe uma redefinição radical do significado de feminilidade. Sua proposta central é a desconstrução de qualquer ideia essencial/paradigmática de feminilidade, ideia essa que, segundo ele tem historicamente oprimido e aprisionado as mulheres em uma existência/condição inferior.

(A terceira onda consiste em desdobramentos mais recentes da segunda fase, fundamentado nos mesmos pressupostos ideológicos e, por esta razão, não é tão relevante para o propósito desse trabalho)

E O QUANTO O FEMINISMO TEM NOS INFLUENCIADO?

Por ser um movimento do século passado, algumas de nós pode achar ultrapassado falar de feminismo em pleno século 21, mas o fato é que ele continua vivo e as suas influências nos acompanham de maneira muito íntima. De fato, alguns analistas contemporâneos gostam de falar da morte da filosofia feminista, mas o que realmente aconteceu foi que as ideias feministas se tornaram tão populares e tão comuns que passaram a estar incorporadas no imaginário coletivo social. Hoje tornou-se difícil distinguir o pensamento e as ideias feministas do pensamento social comum.
O que um dia foi absolutamente radical tornou-se comum. As ideias inicialmente tão escandalosas, sutilmente e aos poucos foram ganhando espaço e se integrando às nossas crenças ao ponto de nem mais as identificarmos com o movimento que deu origem a ela.

Muito da ideologia feminista se tornou parte do nosso modo de pensar. A triste realidade é que todas nós nos tornamos ‘feministas’ em alguma medida – e isso é fato mesmo para aquelas que nasceram e cresceram em lares cristãos.

A forma como respondemos a perguntas como ‘O que significa ser mulher?’ ‘O que determina o valor da mulher?’ ‘Qual o papel da mulher no mundo?’ pode revelar o quão influenciadas são as nossas crenças por filosofias alheias às escrituras e o quão perto ou quão longe estamos dos ideais bíblicos de feminilidade.

E é por isso que é preciso examinar e identificar de que forma nossas crenças foram influenciadas para que elas possam ser corrigidas.
COMO O FEMINISMO TEM NOS INFLUENCIADO?

Gostaria de discorrer sobre pelo menos três formas como as nossas crenças mais básicas sobre a feminilidade têm sido influenciadas pela ideologia feminista e como isso tem nos trazido problemas e nos deixado em sérios apuros.

- Fomos influenciadas a achar que somos a autoridade máxima em nossas vidas
- Fomos influenciadas a desprezar os nossos atributos de feminilidade
- Fomos influenciadas a achar que o nosso valor e determinado pelo que fazemos e não pelo que somos.


1.Fomos influenciadas a achar que somos a autoridade máxima em nossas vidas

Muitas pessoas perguntam porque não pode haver comunhão entre feminismo e cristianismo (e por consequência, porque o movimento feminista cristão não é um movimento digno de aceitação).

A resposta está nas raízes do movimento feminista. O feminismo nasce no terreno preparado pelo “iluminismo”, “renascimento”. O cerne desses movimentos é o ‘humanismo” – o homem como centro de todas as coisas. Rejeitando o pensamento medieval de Deus no centro do pensamento, Deus é deixado de lado.

O feminismo surge então como a contraparte feminina desse pensamento humanista: a mulher é colocada como o centro de todas as coisas. Se Deus não deveria ser o centro, nem tão pouco deveriam os homens. O feminismo trouxe com força a ideia de que a mulher tem direito de definir a ela mesma, de dizer o que é melhor para ela, e mais ninguém! Somos a autoridade máxima sobre nós e temos direito de dizer o que quisermos, fazer o que quisermos, viver como quisermos.

No coração da ideologia feminista está o problema com a autoridade. Nós mulheres, Não queremos ninguém nos dizendo o que somos, quem somos, o que podemos e o que não podemos fazer.

Isso é claramente expresso nos gritos e palavras de ordem das mulheres de hoje: ‘Meu corpo, minhas regras!’ ‘Ninguém me diz o que fazer!’ ‘Só a mulher sabe o que é melhor para ela!’ ‘Lugar de Mulher é onde ela quiser!’

No centro da ideologia feminista está a busca por uma Autonomia e uma liberdade feminina total e a todo custo. E para a mulher alcançar toda a autonomia e liberdade almejada é necessário negar qualquer ideia de um Deus lhe dizendo quem ela é e o que ela deve fazer. Deus é tirado da equação. Logo não existe essa história de propósito divino para a criação da mulher. E é isso que, no final das contas, o feminismo faz: Nega a existência de um significado essencial, transcendente de feminilidade

Simone de Beauvoir (49), figura emblemática dessa fase, é a grande responsável pelo início do feminismo moderno com a publicação do seu livro O Segundo Sexo (49) que acaba por se tornar o fundamento, o arcabouço filosófico e ideológico do movimento. Segundo ela, “Não se nasce mulher, torna-se mulher” – não existe propósito, regra ou modelo de feminilidade que a mulher deva seguir. A ideia de feminilidade que conhecemos é uma invenção patriarcal para oprimir e explorar as mulheres. Essa história de um padrão de feminilidade (de submissão, castidade, modéstia – ao que ela denomina de ‘o eterno feminino’) não passa de um padrão inventado pelos homens para seu próprio benefício e prazer. Esse ideal de feminilidade é uma mera construção social que deve ser descontruída e reconstruída em nossos próprios termos.

E é assim que o feminismo esvaziou completamente o significado e o propósito de Feminilidade. O feminismo entregou às mulheres o direito de definir a elas mesmas e elas ficaram perdidas. Afinal, o que significa ser mulher?

Ao tomar para si o direito de mandar na vida, as mulheres se meteram em apuros. Se meteram em apuros porque somos limitadas na nossa compreensão de nós mesmas e do mundo. Não nos conhecemos verdadeiramente (Jeremias 17:9 diz que nosso coração é enganoso e desesperadamente corrupto. Nossa visão de nós mesmas e da realidade é limitada pela nossa humanidade e manchada pelo pecado.

Não somos tão competentes assim. Dependemos da perspectiva do nosso Criador e Ele não nos deixa no escuro com relação a isso. A verdade revelada pelas Escrituras é que não somos frutos do acaso. Não estamos aqui sem propósito. Não temos direito de nos definir. Não somos autoridade máxima sobre a nossa existência como mulher.

Se nós, cristãs, não somos tão radicais a ponto de rejeitar completamente Deus, mostramos a influência do pensamento humanista e feminista quando, mesmo tendo conhecimento da verdade, vivemos nossa feminilidade de acordo com nossas regras. Quando rejeitamos o ensino Bíblico ou o ignoramos, fazendo de conta que não é com a gente. Ignoramos os valores como a maternidade, domesticidade, castidade, modéstia, piedade, submissão como de isso tudo fosse coisa do passado, sem aplicação para nossa realidade de mulher hoje.

E é aqui que nos aproximamos da questão do feminismo evangélico. Por mais que o movimento feminista evangélico não exclua completamente a ideia de um Deus e que não concorde com toda a ideologia feminista secular, o Feminismo Evangélico cai no erro do liberalismo, no erro de privilegiar e desprezar certas partes do ensino bíblico sobre feminilidade para fundamentar a sua questão (principalmente as partes que tratam das questões de submissão e autoridade.

O fato é que não somente Deus é a autoridade máxima sobre as questões da feminilidade, mas também a Bíblia (toda), como revelação autorizada do próprio Deus, é nossa regra de fé e conduta.

Não nos enganemos. Sempre que tomamos nas mãos o direito de dizer como devemos viver, negamos a autoridade, a soberania, o direito de Deus como Criador. Quando achamos que sabemos o que é melhor para nós, dizemos que Deus está errado. Que os planos dele não são tão sábios. Que Ele não é tão bondoso assim.

A única maneira de ter a segurança de que estamos no caminho correto é abrindo mão dos nossos supostos direitos. Se cremos no Deus Criador, todo bondoso e soberano, aceitaremos os seus termos com alegria e segurança, porque sabemos que Ele sabe mais e que Ele quer o melhor para nós.

Existe outra forma pela qual a ideologia feminista nos influenciou e nos colocou em apuros

2.Fomos ensinadas a desprezar nossos atributos de feminilidade

Os atributos de feminilidade a que me refiro são aquelas características e potenciais distintivamente femininos.

Fomos influenciadas a olhar a feminilidade como uma condição que nos aprisiona e nos impede de sermos tudo o que poderíamos ser. Para muitas, nascer mulher é nascer em desvantagem. Muitas mulheres vivem descontentes com o que são e querem ser iguais aos homens a todo custo.

Simone de Beauvoir expressa bem esse pensamento no seu livro O Segundo Sexo. Segundo ela as características biológicas femininas faziam com que a mulher estivesse em desvantagem em relação ao homem. A mulher está presa na sua realidade física, às funções meramente animais (procriação, amamentação) e impedidas de se realizar verdadeiramente como GENTE. Segundo ela, “A mulher tem ovários, um útero; essas peculiaridades aprisionam ela em sua subjetividade, circunscreve-a nos limites da sua própria natureza”

E assim, o feminismo influenciou as mulheres a desprezar a maternidade, a domesticidade e o casamento.

• Desprezar a maternidade

O feminismo influenciou as mulheres a verem os papéis de mãe como impedimento, limitação. Por essa razão, as mulheres deveriam estar autorizadas a fazer o que fosse preciso para se eximirem da responsabilidade como mães. Isso pode ser notado nas próprias palavras de Beauvoir que dizia que “A maternidade deve ser voluntária, o que significa que a contracepção e o aborto são autorizados (...) os custos da gravidez pagos pelo estado, o qual assumiria a responsabilidade pela criança”

O feminismo também influenciou as mulheres a

• desprezar a domesticidade

Junto com a maternidade, a domesticidade também passou a ser vista como empecilho para o pleno desenvolvimento feminino. Betty Friedan, a responsável pelo início do feminismo moderno nos EUA influenciada por Beauvoir escreveu o livro Mística Feminina (63), um verdadeiro tratado pelo desprezo à domesticidade.

Segundo ela, os papéis de esposa, mãe e dona eram os responsáveis por tornarem as mulheres alienadas, frívolas, infelizes e frustradas. Fazendo coro com Beauvoir que dizia que “nenhuma mulher deve ser autorizada a ficar em casa e criar os filhos” e que “donas de casa são parasitas”, Friedan dizia que “dona de casa são sem sentido… não são pessoas”.

O resultado disso é o que chamamos hoje de ‘abandono do lar’, de ‘terceirização dos filhos’ – e as consequências desastrosas já podem ser notadas. Analistas contemporâneos já reconheceram o desastre que é o desprezo e o abandono da maternidade e domesticidade. As consequências sociais são incalculáveis e já são vistos nos filhos das gerações que foram influenciadas por esse tipo de pensamento.

O feminismo também influenciou as mulheres a

• Desprezar o casamento

O movimento feminista também é conhecido como movimento de liberação sexual. As mulheres deveriam estar livres para viver sua sexualidade sem regras, sem rótulos e sem limites. A ideia de castidade e fidelidade (monogamia) também não passava de uma invenção patriarcal para dominar as mulheres.

Da mesma forma, essa falsa liberdade trouxe frutos amargos para as mulheres – mulheres usadas, descartadas, violadas, objetificadas - profundamente machucadas no corpo e na alma

E como isso nos influenciou? A nós que dizemos que somos cristãs e cremos no que as Escrituras dizem de nós?

Por mais que não confessemos em voz alta uma aversão por estas características mais básicas da feminilidade, em maior ou menor grau, fomos influenciadas por esses pensamentos.

A aversão pelo casamento – vemos mulheres querem casar cada vez mais tarde não por vocação ou por um desejo piedoso de agradar a Deus através de algum propósito, mas por desejo egoísta, porque não querem nada que possa impedir seu pleno desenvolvimento. Enxergam o casamento como prisão, não como um lugar projetado por Deus para o nosso bem, para nosso prazer e segurança. Não querem depender de ninguém e não querem ninguém mandando na sua vida (liderando).

Aversão pela maternidade – vemos o adiamento ou negação completa da maternidade. Filhos são vistos como empecilhos para o desenvolvimento profissional.

Aversão pela domesticidade – Desprezamos o cuidado com o lar e quem se dedica a ele. O lar, cuidar dos seus, não é mais visto como missão, mas como prisão. Como consequência, vemos o abandono do lar cristão e também a terceirização dos filhos.

Com essa ideia na cabeça, muitas de nós mulheres perdemos a oportunidade de desfrutar de algumas das coisas mais preciosas que Deus amorosamente preparou como benção, como presente, dádiva para a mulher, em busca de um valor, de uma realização que elas não vão encontrar à parte de Deus.

E isso nos leva para a mais uma forma pela qual fomos influenciadas e ‘encrencadas’ pelas ideologias feministas.

3.Fomos influenciadas a achar que o nosso valor é determinado pelo que fazemos e não pelo que somos


Se fizéssemos uma pesquisa rápida entre as mulheres mais próximas de nós nos surpreenderíamos com a quantidade delas que confessariam lutar com sentimentos de inferioridade, de inutilidade, de inadequação, de frustração, de insatisfação (não se sentem realizadas, acham que não são perfeitas o suficiente, não estão à altura das expectativas dos outros ou das suas próprias). Esse é um problema real e comum entre as mulheres que tem sido potencializado pela influência do feminismo.

A explicação feminista para esse sentimento de frustração, ao qual Betty Friedan denominou ‘problema sem nome’ pela dificuldade das próprias mulheres de entenderem a sua causa – estavam casadas, eram mães, eram boas donas de casa, teoricamente deveriam estar felizes mas não estavam, estava nos papéis tradicionalmente impostos às mulheres. Ser esposa e mãe simplesmente não é suficiente. A mulher só se torna verdadeiramente gente, ser humano, quando deixa o lar e se realiza profissionalmente.

Muitas mulheres compraram essa ideia e hoje fazem mais do que podem na tentativa de provar seu valor para si mesmas e para os outros e não foi preciso muito para que o senso comum provasse que uma alta posição no mercado de trabalho simplesmente não é suficiente para que a mulher se sinta realizada – mesmo com toda a revolução, as mulheres continuam igualmente frustradas - ou mais.

O problema que Friedan chamou de ‘problema sem nome’ é um problema real, sério e que tem nome sim – falta de Deus. Falta da perspectiva correta sobre o que é ser mulher, sobre seu valor e papel no mundo.

Como diz C. S. Lewis em sua frase famosa, “Se eu encontro em mim um desejo que nenhuma experiência neste mundo pode satisfazer, a explicação mais provável é que eu fui feito para outro mundo”.

A verdade é que a mulher nunca encontrará plena satisfação à parte de Deus. Não fomos criadas desta forma e o pecado potencializou essa realidade. Precisamos desesperadamente do Deus e não conseguiremos substituir a necessidade de Deus para nossa realização e satisfação por qualquer outra coisa. Quando colocamos em outras coisas ou pessoas o sentido de nossas vidas, estes se tornam ídolos.

Não somos nós que atribuímos valor a nós mesmas! Não são os outros que tem o poder de atribuir valor a nós. Quando pensamos assim nos tornamos escravas das circunstâncias e da opinião dos outros. Isso é frustração garantida.

Em primeiro lugar, o nosso valor é determinado pelo fato de sermos feitas à imagem e semelhança de Deus.

Em segundo lugar, o nosso valor é determinado pela forma como Deus nos vê.

Em terceiro lugar, nossa satisfação e realização vem de entendermos a vontade de Deus e nos colocar debaixo da vontade dele

Toda mulher precisa do reconhecimento de Deus e da estima do alto!

Conclusão

Infelizmente o feminismo tem moldado muito das nossas ideias sobre feminilidade.

Muitas de nós vivem confusas, exaustas, frustradas, esgotadas, literalmente perdidas porque tem suas crenças mais fundamentais sobre sua identidade, seu valor e seu papel influenciadas por ideias erradas.

Fica para nós o desafio de Romanos 12:2 – não nos deixar influenciar, moldar pelo mundo. Para isso é necessário por em prática a dinâmica do despojar/revestir: nos DESPOJAR das ideias erradas, reconhecendo, identificando e abandonando sua influência e nos REVESTIR da verdade, através do conhecimento profundo da Palavra de Deus.

Os planos de Deus são sempre os melhores. Se queremos viver de forma plena como mulheres, precisamos voltar para aquele que criou a mulher. Só assim podemos viver a plenitude de vida que ele preparou para nos. Só assim podemos experimentar a BOA, AGRADAVEL E PERFEITA vontade de Deus

Um abraço carinhoso,
Renata Veras

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10 comentários

  1. Maravilhoso!Extremamente importante é necessário para os nossos dias e nossas mulheres. Amei! Renata, Deus te abençoe muito! E te capacite cada vez mais para florescer no Reino de Deus!

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  2. Isso quer dizer que uma mulher não pode buscar formação acadêmica,uma profissão e estabilidade financeira?

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    1. Olá Alana! Absolutamente não!
      Isso significa que a mulher deve sondar as motivações do seu coração. Toda mulher tem a responsabilidade de desenvolver todo o potencial, dons e talentos dados por Deus para a Sua glória observando a vontade do Senhor e as prioridades de cada fase da vida da mulher.
      Explico isso direitinho na parte 2 do texto que acabei de publicar. Bjss

      Segue o link:
      http://mulheresemapurospage.blogspot.com.br/2016/10/mulheres-em-apuros-por-falta-de-uma-boa.html

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  3. Olá Renata! Eu amei o texto! Tenho 21 anos, e como serviu para abrir os meus olhos para muitas coisas que presencio todos os dias e em todos os lugares onde vou e até que ponto tenho sido influenciada por este movimento! Obrigada por compartilhar! Deus te abençoe! Amo todo o conteúdo do blog e sou muito edificada! Bjs.

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    1. Oi Ana Carolyne!! Fico tão feliz com o seu comentário!!
      Deus te abençoe ricamente! Continua por aqui.
      Abraço carinhoso,
      Renata Veras

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  4. Amando tudo isso aqui!!!
    Deus é fiel e conta com mulheres fiéis pra cumprir o seu Propósito!!!! Parabéns Renata ,Bj no ❤

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    1. Amém Janaína!!! Glória a Deus!
      Suas palavras animam e encorajam.
      Deus nos abençoe e nos sustente todo dia!
      Abraço carinhoso,
      Renata Veras

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  5. Sou nova por aqui mas já amei o blog, seus texto são lindos e edificantes. Deus continue te abençoando!!

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    1. Oi Deyse! Seja muito bem vinda!
      Fico feliz demais por ter gostado do blog e dos textos.
      Agradeço demais o carinho. Continue por aqui.
      Beijo grande,
      Renata Veras

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  6. Tenho sido muito edificada com seus textos! Deus a abençõe continuamente.

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